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senhora tratando doenças respiratórias

Com a chegada do outono, exames moleculares fazem a diferença na detecção rápida e precisa das doenças respiratórias

A gripe é uma das principais causas de complicações respiratórias graves em 3,5 milhões de pessoas, por ano, em todo o mundo. É o que mostra uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os mais afetados são idosos, crianças, portadores de doenças pulmonares, pessoas com problemas cardíacos e de imunidade. E a chegada do outono é um fator que tem preocupado médicos e especialistas, uma vez que a redução da umidade relativa do ar típica desta época, associada à também maior concentração de poluentes no ar, fazem com que as doenças respiratórias aumentem significativamente. Devido à semelhança de sintomas, os exames moleculares são fundamentais para identificar o patógeno causador de cada síndrome.
A maioria dos quadros são infecciosos, causados por vírus, e, em segundo lugar, por bactérias. As constantes e bruscas mudanças climáticas e o fato de que casacos e cobertores são retirados dos armários depois de muito tempo guardados também intensificam a ocorrência dos problemas respiratórios. Além de gripes, resfriados e pneumonia, rinite alérgica e sinusite são doenças comuns nesta época do ano.

Os reflexos do fim da obrigatoriedade do uso de máscaras

A infectologista do Hospital Vita, Dra. Marta Fragoso, explica que a queda do uso obrigatório de máscaras em espaços abertos e fechados em muitas cidades brasileiras, promete fazer com que o número de casos de diversas doenças também aumente nos próximos meses.

“A abolição das máscaras tende a aumentar a exposição das pessoas às partículas infectantes e ao ar com alta concentração de poluentes. Utilizada durante os momentos mais críticos da pandemia causada pela Covid-19, a máscara foi uma boa prática de prevenção de doenças respiratórias infecciosas no geral, e deveria ser mantida em algumas situações especiais”.

As doenças infecciosas respiratórias podem ser classificadas como “transportadas pelo ar” (que se espalham por aerossóis suspensos no ar) e “infecciosas”, que se espalham por outras rotas, incluindo gotículas maiores. Aerossóis são minúsculas partículas líquidas do trato respiratório que são geradas, por exemplo, quando alguém exala, fala ou tosse. Essas partículas ficam em suspensão por um tempo no ar e podem conter vírus vivos.
As recomendações médicas indicam que quando alguém apresenta sintomas que indicam problemas respiratórios, é essencial que a pessoa se isole e procure um diagnóstico preciso para direcionar o seu tratamento.

Alerta para os pais: aumento de infecções respiratórias em crianças traz um alerta sobre a importância de manter cuidados preventivos

A volta às aulas, associada ao fim da obrigatoriedade do uso de máscaras e às constantes mudanças climáticas, tem sido uma mola impulsionadora para o aumento das síndromes respiratórias em crianças. Dados laboratoriais do último boletim InfoGripe, da Fiocruz, sugerem um possível aumento nos casos associados ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) na faixa etária de zero a quatro anos e interrupção de queda nos casos associados à Covid-19 na faixa de cinco a 11 anos.

Dentro deste cenário, é preciso redobrar as atenções. As melhores formas de prevenção são:

  • Hidratação adequada (com ingestão de bastante líquido);
  • Higienização das mãos com álcool em gel;
  • Evitar aglomerações;
  • Cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar;
  • Ventilar os ambientes, utilizar umidificadores de ar e garantir que os ambientes estejam limpos, livres de poeiras e ácaros;
  • Manter as vacinas em dia;
  • Considerar a avaliação médica para o diagnóstico e tratamento adequados.
Diagnóstico molecular com resultados rápidos é essencial para direcionar ao tratamento adequado
Diagnosticar corretamente a doença respiratória que acomete uma pessoa é essencial para garantir tratamento rápido e efetivo. Para isso, o Laboratório iD8 Inovação em Diagnóstico oferece testes que detectam com precisão diversas doenças respiratórias.
O supervisor de laboratório e responsável técnico do ID8, Rodrigo Faitta Chitolina, explica que o laboratório oferece quatro exames diferentes para diagnóstico de doenças respiratórias. Eles vão desde o exame que detecta a Covid-19, até outros em formatos de painéis. Neste caso, por meio de apenas uma amostra, é possível detectar:
  • 3 patógenos: Painel Respiratório – Influenza e SARS-CoV-2;
  • 4 patógenos: Painel Respiratório – Influenza e Sincicial;
  • 24 patógenos: Painel Respiratório Plus – 24 patógenos causadores de síndromes respiratórias detectados, incluindo o SARS-CoV-2.
Chitolina conta que, antes da pandemia causada pela Covid-19, poucos eram os casos em que pessoas com sintomas de problemas respiratórios buscavam testes para identificar o agente patogênico causador da enfermidade.

“Éramos diagnosticados com uma ‘virose’, sem, de fato, realizar um exame diagnóstico preciso. Ao longo dos anos de 2020 e 2021, com o advento da pandemia, houve um predomínio de testes relacionados à detecção da doença. Contudo, já no começo de 2022, com o aumento dos casos da nova variante do vírus Influenza A, H3N2, houve uma disparada no número de testes para doenças respiratórias, principalmente, nas modalidades de painéis, já que, em um único exame, é possível detectar não apenas a Covid-19, como também os vírus Influenza. Hoje, a terminologia ‘virose’ não deve mais ser aceita. Precisamos, de fato, saber qual é o patógeno causador da enfermidade para termos um tratamento assertivo”.

As infecções respiratórias são as principais causas de morbidade e mortalidade em crianças e adultos em todo o mundo, ocasionando de três a cinco milhões de casos graves a cada ano. Por isso, é imprescindível manter os cuidados preventivos e, se apresentar sintomas, procurar um médico e solicitar exames que detectem o patógeno responsável pela doença, a fim de iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

Conheça soluções iD8 para detecção de patógenos causadores de doenças respiratórias:
Painel Respiratório

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